"E se tem muita gente tentando me fazer parar, não importa. Meu Orixá está sempre sussurrando em meu ouvido: Continua meu filho; eu estou contigo".
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sexta-feira, 14 de março de 2014
Cerveja sem álcool tem mesmo efeito
Estudos apontam que somente o gosto da cerveja é suficiente para provocar a sensação de prazer.
Tomar aquela loira gelada depois de um longo e estressante dia de trabalho é uma das opções preferidas dos brasileiros para relaxar. Embora muitos pensem que este relaxamento é causado única e exclusivamente pelo álcool, isto não é de todo verdade. Cientistas descobriram que o gosto da cerveja, mesmo sem seus efeitos alcoólicos, pode ser suficiente para desencadear a liberação de dopamina e, consequentemente, provocar a sensação de prazer, em um estudo publicado na revista Neuropsychopharmacology.
Para ver como o gosto da cerveja afeta o cérebro, os pesquisadores deram a um grupo de homens, pequenas doses de cerveja, e seguida mapearam os cérebros destes homens. Depois de sentir o sabor da cerveja, os cérebros mostraram uma notável liberação de dopamina, uma substância química do cérebro associada com a experiência prazerosa de consumo de álcool ou drogas. O efeito foi ainda melhor em homens que tinham um histórico familiar de alcoolismo.
O estudo foi aplicado em 49 voluntários que receberam apenas a quantidade de cerveja suficiente para prová-la, mas quenão contivesse álcool o bastante para provocar alterações ou intoxicação. Em outras ocasiões, os voluntários receberam uma bebida esportiva ou água, para comparação.
Um dos condutores do estudo, o neurocientista David Kareken da Escola de Medicina da Universidade de Indiana, acredita que o estudo é um passo importante para o combate do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, ao passo que mostra que o simples sabor da bebida já provoca boas sensações sem prejudicar o organismo de diversas formas.
Fonte:
http://www.areah.com.br/cool/prazer/materia/69183/1/pagina_1/cerveja-sem-alcool-tem-mesmo-efeito.aspx
quarta-feira, 12 de março de 2014
10 fatos sobre as famosas raves
Rave não é micareta. Preparamos um guia com informações preciosas para se dar bem nesse tipo de evento.
Rave é um dos poucos estilos de festas que não faz questão de mudar radicalmente seu som para agradar a todos. É música eletrônica e ponto! Quem não gosta, não vai. Listamos as informações mais importantes que você precisa saber para curtir o evento, desde a escolha até a hora de voltar pra casa. Confira:
#1 Quem vai na rave consulta o line-up
O público que frequenta rave realmente gosta de música eletrônica. Ficar mais de 12 horas fritando nas batidas não é pra qualquer pessoa. O que leva esse público a determinada festa são os DJs, portanto, antes de qualquer coisa, o line-up é o primeiro item a ser consultado. Lá estão os horários e os nomes de quem vai tocar.
#2 O Dj não reina sozinho
Os DJs comandam o som, mas não são as únicas atrações. Outros artistas também são responsáveis por dar aquele toque diferente que só uma rave tem. A decoração é estilizada e o psicodélico é bastante usado, principalmente nas tendas. Artistas performáticos dão um show à parte com os malabares. Durante a noite, o ideal para ser usado é o swing poi fire. Quem não para pra ver duas bolas de fogo dançando no ar? Quando o céu fica claro, os flags saem para colorir a festa.
#3 Vá com calma, rave não é micareta!
O perfil das mulheres é tentador. São lindas, ratas de academia e abusam da sensualidade com tops deixando aquela barriguinha à mostra, mas respire fundo e se quiser ir, vá com calma! Elas não estão ali pra beijar 15 caras como numa micareta. A vibe delas é estar com os amigos e curtir o som, mas nada impede um contato da sua parte. Se rolar uma atração, estude uma maneira para chegar, seja oferecendo uma bebida ou comentando sobre o DJ.
#4 Transporte
Essa não é o tipo de festa que se faz pensando na comodidade das pessoas no que diz respeito à locomoção, ou seja, otransporte público raramente chega perto. Os sítios e fazendas são bem afastados, portanto exige um esforço da sua parte para ir e voltar. Carro costuma ser a solução, mas se não quiser ser o motorista da rodada, vale juntar uma galera maior e agitar um fretado ou van para ficar tranquilo.
#5 Grandes multidões
As festas mais divulgadas são as maiores. No Brasil, a Tribe e a XXXperience são feitas em lugares quemcomportamgrande número de pessoas. Podem ocorrer em fazendas, em parque de diversões ou podem levar o parque de diversões para dentro da fazenda, como foi o caso da Playground, onde tinha até bungee jump. Essas festas acontecem em vários estados diferentes. Na Bélgica, a Tomorrowland já chegou a levar 180 mil pessoas do mundo inteiro e mais de 400 DJs num total de 3 dias de festa. Atualmente é o maior festival de música eletrônica do mundo.
#6 PVT
É a sigla para private, ou seja, são festas menores e não tem grande divulgação comercial. Acontecem em sítios, chácaras e as pessoas que aparecem são convidados dos convidados. Permitem o uso de barracas e podem ter lugar para dormir e tomar banho depois daquele mergulho na piscina.
#7 Mochila: O que levar?
As festas são longas e por isso é bom ir preparado. Uma peça de roupa a mais para um caso de chuva nunca é exagero, já que estamos falando de uma festa open air. Ainda tem algumas que permitem o uso de barracas de acampamento para quem quer tirar um cochilo, ou pelo menos tentar, porque o som é alto e não rola descanso. No caso de uma PVT, os itens de higiene corporal são indispensáveis, além da sunga ou aquela bermuda de tactel caso queira dar um mergulho, é claro.
#8 Quais são as melhores?
Isso depende do que você está procurando. Caso goste de multidões é melhor ir numa festa grande. Elas também levam os DJs mais conceituados da cena, mas se quiser pegar uma piscina e ficar mais tranquilo, as PVTs são mais indicadas. Algumas festas grandes não permitem o uso de barracas e nem mesmo malabares.
#9 Horário
Tem gente que pega do início ao fim, mas enquanto a galera do dia anterior está alucinada curtindo o som e vendo o dia amanhecer ainda tem gente chegando. A festa pra você pode começar bem depois do horário inicial ou acabar bem antes do horário final. Vai depender da sua resistência e do quanto às batidas pulsam em suas veias.
#10 Tipos de som
Quando se fala em música eletrônica parece que é uma coisa só, mas não é. Existem vários subestilos e os mais comuns tocados em rave são: techno, psy trance, electro, house e minimal. Por sua vez, cada um desses estilos tem mais subestilos como o full on, que é uma vertente do psy. As principais diferenças entre eles são a explosão e a velocidade das batidas.
Fonte:
http://www.areah.com.br/vibe/balada/materia/69851/1/pagina_1/10-fatos-sobre-as-famosas-raves.aspx
segunda-feira, 10 de março de 2014
Novo protocolo reduz tempo de tratamento para crianças com HIV
Para o infectologista presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Érico Arruda, a mudança é positiva.
O Ministério da Saúde colocou em consulta pública a proposta de um novo protocolo de tratamento de crianças e adolescentes com HIV. O documento pretende reduzir de seis para quatro semanas o tratamento com AZT (coquetel antiaids) para recém-nascidos de mulheres soropositivas que se trataram durante o gravidez.
As crianças cujas mães não foram acompanhadas durante a gravidez, além de tomar o AZT, deverão tomar três doses de Nevirapina. O protocolo também sugere que crianças de um a cinco anos, com carga viral de HIV superior a 100 mil, considerada alta, iniciem o tratamento. O protocolo ficará em consulta pública até 9 de março. A faixa etária considerada para o protocolo é de recém-nascidos até os 17 anos.
Para o infectologista presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Érico Arruda, a mudança é positiva, já que reduz o tempo de tratamento mantendo a eficácia, mas ele ressalta que grande parte das grávidas não tem acesso ao exame que detecta o vírus HIV no pré-natal, algo essencial para o tratamento precoce. Para o especialista, é possível reduzir a quase zero o número de crianças infectadas detectando o vírus da mãe no início da gestação.
“Testar todas as mulheres grávidas, ter um programa de pré natal que consiga atender toda a demanda de mulheres gravidas, é o que propõe uma série de medidas nacionais, mas falta a prática” avaliou Arruda.
Curitiba foi exemplo neste combate em 2013, ano em que a capital paranaense não teve novos registros de menores de 13 anos com o vírus. O coordenador do programa Mãe Curitibana, Wagner Dias, explicou que quando a gestante inicia o pré-natal em uma unidade básica de saúde de Curitiba, são feitos os testes para HIV e sífilis. O teste é feito duas vezes durante a gestação e ainda é feito um teste rápido no momento em que a gestante dá entrada na maternidade. Quando detectado o vírus, a gestante recebe acompanhamento de um infectologista e inicia o tratamento com retrovirais na 15ª semana de gravidez.
No ano passado, 96 gestantes soropositivas foram acompanhadas em Curitiba e nenhuma transmitiu o vírus para o bebê. A transmissão geralmente acontece durante a gestação, no parto ou na amamentação. Arruda recomenda que mães soropositivas não amamentem seus filhos. Ele conta que para a mãe não passar o vírus para a criança é importante que comece a tomar os antirretrovirais preventivos entre o segundo e o terceiro trimestre de gestação. Para estas mães, também é importante que o parto seja cesáreo e que a criança seja limpa imediatamente depois, para que possa ter o mínimo de contato possível com as secreções da mãe.
Fonte:
http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/novo-protocolo-reduz-tempo-de-tratamento-para-criancas-com-hiv/?cHash=f82123bd4532f7bce34af32fca165867
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