Palmares

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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Ciúmes: 5 dicas para controlar !


É normal sentir ciúmes em algumas situações e dependendo da intensidade, pode ser até saudável para relação. O problema é que algumas pessoas são movidas por um ciúmes exagerado que acaba minando a vida a dois. A terapeuta Fatima Repanas dá dicas de como controlar o ciúmes para não se tornar a neurótica possessiva e acabar estragando a relação.
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Cuide da sua autoestima

Se você é inseguro e acha que as outras mulheres são melhores ou mais interessantes que você, as chances de se tornar uma pessoa ciumenta aumentam consideravelmente. Valorize-se! Aumente sua autoconfiança. “Se você tiver consciência do seu valor, não vai pensar a cada dez segundos que o parceiro pode te trocar por outra pessoa”, afirma Fatima.

Não alimente a posse

É importante que o ciumento se lembre que ninguém deve sentir como se o outro fosse propriedade sua. “Manter a pessoa que ama por perto é resultado da conquista e não do sentimento de posse que você tem pelo parceiro”, ressalta a terapeuta.
Não fantasie coisas
Lembre-se que os pensamentos ruins pertencem á você e não ao parceiro. “Não devemos transferir nossas neuras e inseguranças para nosso companheiro”, diz Fatima.
Controle o impulso
A pessoa com ciúmes geralmente briga antes e pensa depois. Uma dica da terapeuta é controlar a raiva e pensar bem antes de tomar qualquer atitude. “É preciso refletir antes de surtar”, afirma. Tente analisar friamente se a crise de ciúmes não é fruto da sua imaginação.

Abuse do diálogo
É normal se sentir insegura em alguns momentos e desconfiar do parceiro em algumas situações, mas nessas horas não há nada melhor do que esclarecer as coisas. “O diálogo é capaz de salvar o relacionamento”, afirma Fatima.
Fonte:
http://www.bolsademulher.com/amor/ciumes-5-dicas-para-controlar/


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Dizem por aí que devo morrer



Há cerca de cinco anos eu caminhava com meu pai, de mãos dadas, pela Avenida 9 de Julio, em Buenos Aires, na Argentina. Naquela época eu esperava alguns documentos serem oficializados para poder estudar Ciências Políticas na Universidad Católica de Buenos Aires, meu pai precisava estar presente para assinar alguns papeis, já que eu tinha apenas 17 anos. Caminhando, ainda de mãos dadas com ele pela famosa avenida mais larga do mundo, passamos em frente a uma boate de prostitutas, algumas garotas de programa entregavam flyers de uma festa da casa. Meu pai, todo saidinho, quis ler o que estava escrito no papel e foi em direção àauma das garotas e recebeu um “no, esta fiesta no es para gays”. Expliquei que éramos “papa y hijo”, a mulher, sem graça, pediu desculpas e ofereceu até alguns drinques grátis, mas, pode ter certeza que não faço a linha de frequentar puteiros. Eu senti um arrepio em saber, que mesmo não sendo assumido naquela época, que sempre sofreria algum tipo de preconceito por ser gay.
Alguns anos antes. Aos 15 anos. Lembro do verão de 2006 que escreveram na rua de casa, e na calçada da casa que eu morava que “no número 2854 mora um viadinho”, e outros insultos que preferi esquecer.
Os anos passaram, voltei para o Brasil, me formei em Jornalismo e há algum tempo trabalho no segmento LGBT, e claro, saí do armário para minha família. Mas sabe como vivo? Com medo de um dia, um dia qualquer, sair de casa para trabalhar, ou para se reunir com amigos, e não voltar para casa. Parece um paradigma, não? Dizem por ai que a palavra gay vem do inglês “pessoa feliz”, viver feliz sendo quem sou é a única certeza que não tenho.
Em menos de um mês, dois seres humanos foram brutalmente mortos. Por mais que as fontes oficiais afirmam com todas as letras em seus Boletins de Ocorrência que foram no caso de Kaique Augusto Batista dos Santos um suicídio; e no caso de Bruno Borges de Oliveira, um latrocínio (roubo seguido de morte). Eu, como gay, tenho plena consciência de que esta não é uma verdade que condiz com a realidade.
No fim de 2013, em outubro, eu caminhava pela Rua Frei Caneca, sozinho, em direção a um hotel, já que era tarde da noite e não dava para voltar para casa. No caminho, fui surpreendido por três rapazes com uma faca, que me jogaram no meio da rua enquanto gritavam “sua bichinha de merda, vem dar o cu aqui, agora tem que apanhar”, enquanto me davam socos e chutes. Em posição fetal, eu tentava me proteger dos ataques. Não entendia o motivo de tanto ódio, só acreditei por alguns instantes que eu estaria estampado nas redes sociais do dia seguinte como mais uma vítima de “assalto” ou de “homofobia”. Me levaram a bolsa com meus pertences. Medo. É assim que vivo em um país ainda fundamentalista, dominado pela igreja e pouco moderno.
Enquanto uma parcela da militância LGBT discute o que é homofobia, transfobia e lésbofobia. Enquanto o Congresso engaveta leis que garantam a minha sobrevivência, enquanto a igreja marca seu território no poder político e enquanto seres humanos são mortos e descartados como seres desnecessários, eu vivo com medo.
Caminho pelas ruas do centro de São Paulo ou de qualquer outra cidade brasileira como se eu estivesse cometendo um crime apenas por existir. Me parece que sempre preciso viver escondido. Estranho pensar assim, ainda mais quando trabalho em uma das publicações para LGBT  mais importantes do país, a revista Junior.
Políticos fazem da minha sexualidade moeda de troca e negocia terrenos no poder com a bancada evangélica. Nesta esquizofrenia política, de um lado o Governo faz políticas pífias, que mais parecem propagandas para ninguém, dizendo que apoia os direitos LGBT. De outro lado, o mesmo Governo negocia com gente que quer ver meu sangue escorrer pela sarjeta da marginalidade. Enquanto isso, trabalho. Pago meus impostos. Não sei em quem votar. Preciso cumprir meus deveres civis. Tudo isso parece uma via de mão única em que só eu estou me ferrando.
No inicio de janeiro deste ano, no ato contra homofobia que fizeram em homenagem a Kaique, no Largo do Arouche, passei por uma situação questionadora. Na frente da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, depois que o ato chegou ao fim, meu amigo e também gay, junto com outra amiga hétero, ficamos cerca de cinco minutos questionando se deveríamos ou não caminhar por cerca de 30 metros em direção a entrada do Metrô Anhangabaú. Cinco minutos um olhando para o outro se deveríamos ou não passar por ali, apenas porque somos gays e poderiam nos violentar por algum estranho.
Não é só aqui, mas também não me consola
Assistindo um documentário britânico, intitulado “O pior lugar para um gay viver”, fiquei chocado quando o documentarista pergunta para pessoas comuns na rua da capital de Uganda o que elas pensam sobre os gay, e todos querem que sejamos mortos. Lá, nós gays aparecemos nas capas de jornais e revista para sermos procurados pela população, apenas por amar. Dizem por ai que eu devo morrer.
No Irã, a homossexualidade é crime e passível de pena de morte. Mas, a transexualidade não, inclusive o governo apoia a cirurgia de readequação de sexo, um paradoxo. Muitos gays acabam se submetendo à cirurgia apenas para não serem presos e apedrejados pela lei islâmica. Lá, também dizem que devo morrer.
Em cerca de 75 países, ser homossexual é crime. Em cerca de 20 a pena é decretada com a morte de quem praticou o ato de amar. E aqui no Brasil, a legislação fica em silêncio e deixa a sociedade dar a sentença. O Governo fica calado, não se pronuncia, não se coloca em ação, apenas dialoga dos dois lados da moeda para ver por onde ganha mais espaço, mais poder.
Enquanto isso, sangue de seres humanos escorrem pelas sarjetas da cidade. Um ódio pelo ato de amar, que realmente não sei de que lugar foi criado. Será que estas pessoas não têm consciência do que estão fazendo?
No fim do ano passado, saindo de um salão de cabeleireiro na Rua Augusta, bem perto do lugar que Bruno foi assassinado, meu amigo e eu fomos atacados por um rapaz. Assim que pisamos na calçada, ele simplesmente disse: “eu odeio vocês viadinhos, vocês devem morrer”, e armou um soco na nuca de meu amigo. Saímos correndo. Fomos até a delegacia registrar um B.O, qual a preocupação do atendente de plantão? Se eu realmente tinha cortado o cabelo, e se nós (meu amigo e eu) éramos um casal ou apenas amigos mesmo. O B.O foi registrado? Não. Enquanto o Estado não me dá o direito de oficializar uma agressão.  Fica na minha cabeça a sentença: “vocês devem morrer”.
Um aviso
Se um dia, espero que isso não ocorra, meu sangue escorrer pelas sarjetas deste País. Quero que minha morte seja investigada com o mínimo de seriedade. Antes de qualquer registro leviano, não sou um suicida em potencial. Muito menos vitima de um mero latrocínio não investigado, só porque levaram meus velhos All Stars e meu celular comprado a prestação nas Casas Bahia.
fonte:
http://www.interessegay.com/2014/01/dizem-por-ai-que-devo-morrer.html

terça-feira, 27 de maio de 2014

Hidratação com Bepantol

Dermatologista fala dos benefícios e restrições 

do uso na pele e cabelo.


Um produto seguro, de baixo custo, fácil acesso e muitos benefícios, o Bepantol era usado inicialmente como uma pomada para assaduras de bebês, mas acabou se transformando no queridinho das mulheres. Seu uso, na grande maioria das vezes, é para a hidratação da pele, apesar de ter como sua função principal a cicatrizarão. “O efeito hidratante é secundário, mas ele funciona bem como reparador, especialmente nos lábios, na pele e também em mucosas. Em geral, o recomendado é que sejam feitas de uma a três aplicações de fina camada da pomada diariamente”, explica o dermatologista Ricardo Limongi Fernandes, do Hospital Santa Cruz, em São Paulo.
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Já o uso de Bepantol para cabelos não é recomendado. O médico explica que o dexpantenol (vitamina B5), que é o princípio ativo do Bepantol, tem efeito reparador e, por isso, é usado como base em diversos produtos desenvolvidos especialmente para o uso capilar. Mas as adeptas do seu uso nos cabelos optam pelo Bepantol em solução, que é líquido e, geralmente, misturado a outros ingredientes em receitas caseiras. “A indicação médica do Bepantol no couro cabeludo é restrita a casos de escoriações, ferimentos, pós-operatórios e enxertos, mas não como cosmético. As receitas caseiras não são indicadas pelos dermatologistas por falta de evidências de sua eficácia, mas sua diluição em água é perfeitamente aceitável”, afirma o dermatologista.
Por ser um produto oleoso, ele é contra-indicado em áreas e indivíduos propensos a acne, pois pode desencadear ou piorar o quadro.
fonte:
http://www.bolsademulher.com/beleza/hidratacao-com-bepantol/

domingo, 25 de maio de 2014

Pastores indicam uma semana de sexo para renovar a relação


Sexo é parte da vida. É algo lindo, prazeroso e que quase todo mundo gosta de fazer. Não tem nada de errado ou sujo no sexo. Ele é um momento em que duas pessoas adultas e conscientes escolhem dividir entre si e não há nenhum problema nisso.
É claro que apenas sexo não salva relacionamentos e um casal não deve se basear em sua vida sexual para saber se vai ser feliz ou não. Existem milhares de outras coisas tão ou mais importantes do que sexo. Ele é uma incrível fonte de prazer, mas a cumplicidade também pode ser – cada um da sua maneira, é claro.
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Porém não sou apenas eu que acho isso. Um casal de pastores americanos lançou um livro em que indica sexo para salvar os casamento de casais religiosos. A solução para a crise seria, de acordo com eles, uma “sexperiência”. Isso mesmo, sete dias de sexo e autoconhecimento.
A ideia do livro “7 Dias de Intimidade” é melhorar as coisas entre o casal com metas. Entre elas estão ter mais diálogo, dividir os sentimentos e explorar o corpo do outro. Os pastores acreditam que isso renovaria a confiança do casal e revigoraria a relação. Os pastores ainda dizem que o sexo começa fora da cama. Os casais precisam pensar sobre o momento e dividir esses pensamentos. Coisa que a gente sempre fala por aqui.
O livro também fala sobre os filhos e os problemas financeiros. A indicação é que tudo fique da porta do quarto para fora e eles ainda indicam que os casais tenham, pelo menos, um dia por semana sem os filhos para poder namorar em paz. E duas vezes por ano dizem que é necessário um período maior para o casal ficar a sós e lembrar como era o começo da relação.
Outra coisa que concordamos, eu e os pastores, é que não adianta querer comparar sua vida sexual com filmes pornôs. São coisas diferentes, as pessoas reais agem de maneira distinta e você vai se frustrar ao tentar fazer o que viu na tela.
Por essa ninguém esperava, mas eu e os pastores da Igreja Fellowship damos praticamente os mesmos conselhos aos casais. Aproveite e divirta-se!
Fonte:
https://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/pastores-indicam-uma-semana-sexo-para-renovar-rela%C3%A7%C3%A3o-110714211.html

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Amor...


Rafael e Bruno são adolescentes e namoram a 5 meses, ambos estão muito apaixonados um pelo outro. Os pais de Rafael não sabem que ele é gay, mas Rafa quer contar aos seus pais sobre sua sexualidade e sobre seu namorado, mas morre de medo da reação deles. Numa noite Rafael liga pra Bruno e diz que não sabe como contar aos pais o que sente e sofre muito com isso. Ambos se despedem e dormem. 


   Na manhã seguinte Rafael encontra um bilhete de seu pai na mesa da cozinha, em que estava escrito:

" Rafa,

   Sem querer ouvi sua conversa no telefone ontem com o Bruno sobre não saber como contar à minha e à sua mãe que você é gay. Quero dizer que as únicas coisas que você precisa saber na vida é como passar de ano na escola já que suas notas não estão assim tão boas. Eu sei que você é gay desde os seus 8 anos de idade e nós, seus pais, te amamos desde que você nasceu. 

P.S.: Sua mãe e eu achamos o Bruno uma péssima companhia. Arranje um namorado melhor."

Ainda há esperança para a humanidade. Continue acreditando! :)


Fonte:

http://www.interessegay.com/2013/11/amor.html

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