Palmares

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sexta-feira, 10 de julho de 2015

É necessário?

O que a psicanálise pode dizer sobre as "Terapias de conversão"



Nos tempos obscuros que vivemos aqui no Brasil não raro volta ao debate público a questão da chamada cura gay, direitos a tratamento de gays ou ex-gays e coisas do tipo.

De início é importante que se exponha o que são essas tais "terapias": antigamente elas pretendiam ser uma terapêutica que tentaria mudar a orientação sexual de uma pessoa. Foram todas fracassadas, mas não sem antes levar muitas pessoas a quadros patológicos ou medidas desesperadas(depressão e suicídio dentre outros).

Hoje em dia, como melhor estratégia que os espertalhões desenvolveram a partir do fracasso da primeira, as novas "terapias" se propõe a suprimir a expressão exterior afetiva e sexual por pessoas do mesmo sexo (como se sexo biológico, orientação sexual e gênero fossem uma coisa só) e que a pessoa conseguisse, através de estratégias desenvolvidas na "terapia", manter relações heterossexuais convencionais, ainda que internamente seus desejos não se alterassem, mas que fossem suportados em silêncio.

O "refinamento" teórico destes "terapeutas" está em afirmar que qualquer sexualidade que não a padrão seria uma doença incurável, só que crônica e com a ajuda deles seria passível de ser "tratável" (leia-se: estratégias para não concretizar nenhum ato sexual fora do padrão e tampouco expressar os desejos socialmente).

Aqui cabe um retorno ao Freud de até mesmo antes da fundação da psicanálise: lá pelo começo da década de 1890 Freud já estava começando a perceber que se ele quisesse minimamente entender e fazer intervenções terapêuticas ele necessitaria primeiro escutar, fazendo um esforço imenso para escutar com o mínimo possível de ideias pré-concebidas para só então, a partir do que escutou, fazer uma intervenção. Ele rapidamente descobriu que juízos de moral não ajudavam em nada, ao contrário, apenas faziam as pessoas que ele atendia se calarem. E então ele funda o que seria um dos pilares fundamentais da psicanálise: da parte do paciente era pedido que falasse livremente, sem censura, ou seja, a chamada associação livre. É claro que isso exigia uma contrapartida por parte do analista: não haveria um julgamento moral do paciente e o sigilo ético seria mantido.

Com isto, Freud buscava fazer duas coisas: uma era entender cada paciente singularmente, indo atrás dos pontos únicos daquela pessoa (ideias e emoções específicas, sua história). Outro era elaborar teorias que dessem conta de como as pessoas funcionam, de quais princípios gerais regem a vida psíquica humana. E para fazer essas duas coisas era imprescindível que a pessoa se sentisse a vontade para falar livremente.

Foi justamente por sustentar radicalmente a associação livre que ele pôde elaborar cada vez mais a psicanálise e abrir questões fecundas que até hoje são debatidas e desenvolvidas. Ou seja, era fundamental que o psicanalista não tentasse de modo algum "enquadrar" o analisando em um molde pré-concebido. Aqui já é possível perceber a diferença radical entre uma postura freudiana e a postura destes tais "terapeutas".

Enquanto Freud pedia a voz dos analisandos e buscava trazer os conflitos para que a própria pessoa pudesse pensar sobre eles e elaborar, com seu analista ou entre as sessões, respostas para sua própria vida, estes "terapeutas" pedem o silêncio, ditam o que pode e o que não pode, como tem que ser e como é proibido ser. Coisa curiosa a que chegou Freud em anos posteriores: ele afirma expressamente que a psicanálise não era uma Weltanschauung, ou seja, que não era um saber que ditaria uma visão de mundo, que não cabia à psicanálise ditar como as pessoas deveriam ser ou se comportar. A psicanálise estaria a serviço de pensar como o ser humano funciona, seus mecanismos, sua lógica, sua constituição, expor seus conflitos, mas jamais legislar como cada pessoa deve viver sua vida, ditar uma moral (social ou íntima) ou fazer juízos de valor. A angústia de não se ter respostas prontas para viver permite às pessoas criarem suas próprias respostas: angustiante por um lado, libertador por outro.

Já pelo lado dos atuais "terapeutas" homofóbicos fica a questão: o que os tais "terapeutas" podem aprender sobre os seres humanos silenciando-os? No máximo podem desenvolver técnicas mais elaboradas sobre como "moldar" pessoas ou silenciá-las ainda mais, custando o sofrimento que custar.

Fonte:

http://acapa.virgula.uol.com.br/colunas/o-que-a-psicanalise-pode-dizer-sobre-as-terapias-de-conversao/10/124/26713

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Fique atento!

Dicas para corrigir a má postura no trabalho.


Ao fim do dia você sente dores na coluna? Então, é hora de prestar atenção na sua postura, ou melhor, na má postura. 

Dores na coluna e tendinites são comuns em pessoas que trabalham em escritórios e que passam a maior parte do dia em frente a um computador. De acordo com o Dr. Reinaldo Nishiyama, ortopedista do Centro de Qualidade de Vida de São Paulo, as dores surgem por conta de lesões por esforço repetitivo, o que pode se agravar sem os devidos cuidados. 

 “Atendo diariamente vários pacientes com problemas de coluna e tendinites por ficarem muito tempo sentados no trabalho com o uso de PC ou Ipads. Se não cuidado é possível do indivíduo ter hérnias de disco, escoliose e cervicobraquialgia. As tendinites vejo nos ombros, cotovelos e antebraços. Em casos críticos, podem levar a um mal comum que é a cirurgia”, alerta. 

Para evitar a temida dor nas costas, você pode tomar alguns cuidados simples. Veja como cuidar da sua postura e evitar problemas futuros:


Fonte: Dr. Reinaldo Nishiyama, ortopedista do Centro de Qualidade de Vida de São Paulo.Arte: Arte: Sabrina Ces …

Fonte:
https://br.mulher.yahoo.com/dicas-para-corrigir-a-m%C3%A1-postura-no-trabalho-153809971.html

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Saúde

5 erros que você está cometendo em relação à proteína.



A proteína é a chave para um corpo mais sarado, mais magro e mais forte, mas isso só acontece se você a consumir direito. Infelizmente, a maioria das mulheres não consome. A nutricionista Rania Batayneh descreve aqui os erros mais frequentes das mulheres em relação à proteína. Quais deles você comete?

1. Não combinar sua proteína consumida após exercícios com carboidratos
"O exercício, especialmente exercícios de alta intensidade ou de força, quebra as fibras musculares. Um plano de recuperação e nutrição sólida é o que ajuda a construir essas fibras musculares de volta para torná-las mais fortes e mais definidas ", diz Batayneh. Enquanto aminoácidos da proteína são fundamentais para ajudar a reparar seus músculos imediatamente após um treino pesado, carboidratos ajudam a transportar os aminoácidos nas células do seu corpo para desencadear o crescimento muscular. 

2. Não ter proteína em cada refeição ou lanche
Se você é como a maioria das mulheres, você obtém a maior parte de sua proteína à noite. Você come cereais no café da manhã, uma salada no almoço e um grande pedaço de carne no jantar. Enquanto seu músculo provavelmente não vão sofrer como resultado, seus níveis de energia e sua silhueta com certeza vão, diz a nutricionista. A proteína é o que mantém o seu açúcar no sangue estável durante todo o dia, aumenta a saciedade e previne a terrível fome durante a tarde. O ideal é comer de 20 a 30 gramas de proteína em cada refeição.

3. Achar que precisa de proteínas "completas" em cada refeição
A maior parte das proteínas à base de plantas não têm, pelo menos, um dos nove aminoácidos essenciais, razão pela qual eles são chamados de "proteínas incompletas''. Então, para deixar cada refeição 'completa', muitas mulheres combinam várias proteínas incompletas em uma mesma refeição. Como qualquer vegetariano ou vegan irá lhe dizer, isso é tedioso e complicado. E como Batayneh irá lhe dizer, é desnecessário. "Se você está comendo o suficiente destes alimentos à base de plantas para alcançar a sua ingestão recomendada de calorias e se você está consumindo alimentos de diferentes derivados durante o dia, você também está recebendo bastante proteína e variedade de aminoácidos", diz ela.


4. Comer proteínas das mesmas fontes todo dia
Você não precisa de proteínas completas em cada refeição, mas "é importante ingerir todos os nove aminoácidos essenciais para sua alimentação", diz Batayneh. Além disso, cada fonte de proteína vem com diferentes misturas de vitaminas, minerais, gorduras e carboidratos. Você precisa de uma grande variedade para ter ótima saúde, emagrecimento e definição.

5. Investir demais em shakes e barras de proteína
Eles são muito convenientes, isso é verdade. Mas shakes comprados em lojas de suplementos, vitaminas e barras muitas vezes vêm carregados com açúcar, e muitos não contêm proteína alguma. "Alguns são quase a mesma coisa que uma barra de chocolate", diz Batayneh. Além disso, a maioria tem ingredientes tão complexos que você precisa de um conhecimento de química para entender. 

Melhor solução: Consuma com alimentos reais sempre que possível. Nozes, sementes, iogurte grego e ovos cozidos, por exemplo, são todos tão convenientes quanto barras de proteínas e contêm proteínas que vêm naturalmente junto com toneladas de outros bons nutrientes.

Fonte:
https://br.mulher.yahoo.com/5-erros-que-voc%C3%AA-est%C3%A1-cometendo-em-rela%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-prote%C3%ADna-140208973.html



sábado, 4 de julho de 2015

Casal reescreve história após anos difíceis com a perda de dois filhos

Há cinco anos, Brasília se comoveu com o drama de casal que perdeu os dois filhos em um acidente. Hoje, são pais de Mateus e aguardam a chegada do irmão dele para domingo.



A recepção na casa de Vyviane e Marcos é feita pelo pequeno Mateus, 3 anos. Correndo pelo apartamento, na Asa Norte, o menino chega procurando um amigo para jogar bola. “Você que vai brincar comigo?”, pergunta. Fascinado por literatura e filmes infantis, ele dá nome de personagens para todos. Recriou, principalmente, a história da família. O nascimento dele veio para representar o recomeço da vida. Há pouco tempo, ele descobriu o que estava guardado nos álbuns de foto no fundo do baú. “O João era o feliz; o Pedro, o zangado; eu, o dengoso; e o Marcos Junior, não sei”, diz Mateus. Marcos Junior foi o nome que ele escolheu para o irmão que nascerá neste domingo. Agora, a criança não vê a hora de escrever, com o novo companheiro, capítulos recheados de futebol e outras brincadeiras.

Leia mais notícias em Cidades

O bancário Marcos Campos Moraes, 44 anos, e a professora Vyviane Marques Arantes Campos Moraes, 39, foram os protagonistas de uma tragédia que comoveu os brasilienses. Em dezembro de 2010, a caminho da casa dos familiares em Rio Verde (GO), o casal sofreu um grave acidente na estrada. Uma ultrapassagem arriscada e proibida na BR-060, km 179, zona rural de Abadia de Goiás, feita por um outro veículo, espatifou o carro da família. Tirou a vida dos dois filhos, João Marcos, 7 anos, e Pedro Lucas, 3, e deixou pai e mãe gravemente feridos. Cinco anos depois, é impossível não se emocionar ao lembrar o riso fácil do mais velho e o jeito mais tímido do filho mais novo. Foram anos duros. No entanto, Mateus recriou essa história e, hoje, o bebê que Vyviane carrega na barriga vem para fortalecer os laços de amor.

“Sempre planejamos ter uma família grande. Não aguento ficar sem ser mãe e não quero que ele (Mateus) fique sozinho”, esclarece Vyviane. Nessa tomada de decisão, o médico Ciro Borges Júnior foi fundamental. Ele incentivou o casal e até arriscou a dizer que o novo bebê seria uma menina (leia depoimento). Como em toda gravidez, a mãe prepara cada detalhe com muito capricho. O quarto de Marcos Júnior já está pronto. “Como antes, quero que os dois durmam no mesmo cômodo para desde cedo aprenderem a dividir”, justifica. Na parede azul-clara, ficam os animais do bebê. Do outro lado do quarto, a cama em formato de carro e os personagens da Liga da Justiça de Mateus. Como não poderia faltar, ele já definiu que é o Homem de Ferro e o irmão, o Homem-Aranha.

Na sala de estar, as lembrancinhas vão aos poucos ganhando forma com a ajuda das amigas. São lápis com cavalos na ponta, cavalos de tecido com papel de recado para a geladeira e um caderno de mensagens. “Escolhi o animal para lembrar a fazenda, o interior de Goiás, de onde viemos (ela e Marcos)”, conta Vyviane. Mesmo com a barriga já pesando, ela não deixa de lado os mimos. Enquanto domingo não chega, a mãe vai concluir o álbum de fotos de Marcos Junior e produzir bilhetes para os vizinhos avisando que um novo integrante do condomínio está para chegar e quer visitas.

Fonte:

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/06/18/interna_cidadesdf,487010/casal-reescreve-historia-apos-anos-dificeis-com-a-perda-de-dois-filhos.shtml?ref=yfp

quinta-feira, 2 de julho de 2015

INDEPENDÊNCIA DA BAHIA

INDEPENDÊNCIA DA BAHIA


A declaração de independência feita por Dom Pedro I, em sete de setembro de 1822, deu início a uma série de conflitos entre governos e tropas locais ainda fiéis ao governo português e as forças que apoiavam nosso novo imperador. Na Bahia, o fim do domínio lusitano já se fez presente no ano de 1798, ano em que aconteceram as lutas da Conjuração Baiana.
No ano de 1821, as notícias da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. Os grupos favoráveis ao fim da colonização enxergavam na transformação liberal lusitana um importante passo para que o Brasil atingisse sua independência. No entanto, os liberais de Portugal restringiam a onda mudancista ao Estado português, defendendo a reafirmação dos laços coloniais.

As relações entre portugueses e brasileiros começaram a se acirrar, promovendo uma verdadeira cisão entre esses dois grupos presentes em Salvador. Meses antes da independência, grupos políticos se articulavam pró e contra essa mesma questão. No dia 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo deu vazão às disputas, já que o novo governador da cidade se declarava fiel a Portugal.
Utilizando autoritariamente as tropas a seu dispor, Madeira de Melo resolveu inspecionar as infantarias, de maioria brasileira, no intuito de reafirmar sua autoridade. A atitude tomada deu início aos primeiros conflitos, que se iniciaram no dia 19 de fevereiro de 1822, nas proximidades do Forte de São Pedro. Em pouco tempo, as lutas se alastraram para as imediações da cidade de Salvador. Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora se tornaram os principais palcos da guerra.

Nessa primeira onda de confrontos, as tropas lusitanas não só enfrentaram militares nativos, bem como invadiram casas e atacaram civis. O mais marcante episódio de desmando ocorreu quando um grupo português invadiu o Convento da Lapa e assassinou a abadessa Sóror Joana Angélica, considerada a primeira mártir do levante baiano. Mesmo com a derrota nativista, a oposição ao governo de Madeira de Melo aumentava.
Durante as festividades ocorridas na procissão de São José, de 21 de março de 1822, grupos nativistas atiraram pedras contra os representantes do poderio português. Além disso, um jornal chamado “Constitucional” pregava oposição sistemática ao pacto colonial e defendia a total soberania política local. Em contrapartida, novas forças subordinadas a Madeira de Melo chegavam a Salvador, instigando a debandada de parte da população local.


Tomando outros centros urbanos do interior, o movimento separatista ganhou força nas vilas de São Francisco e Cachoeira. Ciente destes outros focos de resistência, Madeiro de Melo enviou tropas para Cachoeira. A chegada das tropas incentivou os líderes políticos locais a mobilizarem a população a favor do reconhecimento do príncipe regente Dom Pedro I. Tal medida verificaria qual a postura dos populares em relação às autoridades lusitanas recém-chegadas.
O apoio popular a Dom Pedro I significou uma afronta à autoridade de Madeira de Melo, que mais uma vez respondeu com armas ao desejo da população local. Os brasileiros, inconformados com a violência do governador, proclamaram a formação de uma Junta Conciliatória e de Defesa instituída com o objetivo de lutar contra o poderio lusitano. Os conflitos se iniciaram em Cachoeira, tomaram outras cidades do Recôncavo Baiano e também atingiram a capital Salvador.

As ações dos revoltosos ganharam maior articulação com a criação de um novo governo comandado por Miguel Calmon do Pin e Almeida. Enquanto as forças pró-independência se organizavam pelo interior e na cidade de Salvador, a Corte Portuguesa enviou cerca de 750 soldados sob a liderança do general francês Pedro Labatut. As principais lutas se engendraram na região de Pirajá, onde independentes e metropolitanos abriram fogo uns contra os outros.
Devido à eficaz resitência organizada pelos defensores da independência e o apoio das tropas lideradas pelo militar britânico Thomas Cochrane, as tropas fiéis a Portugal acabaram sendo derrotadas em 2 de julho de 1823. O episódio, além de marcar as lutas de independência do Brasil, motivou a criação de um feriado onde se comemora a chamada Independência da Bahia.
Por Rainer Sousa
Graduado em História


Fonte:
http://www.brasilescola.com/historiab/independencia-bahia.htm

terça-feira, 23 de junho de 2015

domingo, 21 de junho de 2015

Elba Ramalho se apresenta no palco principal do Largo Terreiro de Jesus, neste domingo (21).


Paraibana encorpa a lista de atrações que se apresentarão até o dia 24 de junho, no São João do Pelô.




O segundo dia (21) do São João do Pelô terá apresentações de Canários do Reino, Gereba, Cangaia de Jegue, Del Feliz, e de uma cantora que promete fazer o Largo Terreiro de Jesus lotar quando subir no palco. Às 22h, será a vez de Elba Ramalho entoar clássicos como "De volta pro aconchego", "Bate coração", "Gostoso demais" e "Folia Brasileira".





A paraibana, que começou a carreira em 1968 no grupo "As Brasas", dá sequência ao evento, que começa às 16h e já contou, ontem (20), com as apresentações de Daniel, Adelmário Coelho, Mastruz com Leite, Catuaba com Amendoim e Matheus e Kauan.

A programação do São João do Pelô vai até o dia 24 de junho e terá atrações como Simone e Simaria, Cristiano Araújo, Israel Novaes, Cavaleiros do Forró, Calcinha Preta, Estakazero, Zelito Miranda, Dorgival Dantas, Targino Gondim e muito mais.

O projeto é uma realização do Governo do estado, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Bahiatursa).

Fonte:

http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/elba-ramalho-se-apresenta-no-palco-principal-do-largo-terreiro-de-jesus-neste-domingo-21/?cHash=49c06ec6f7cc69111be4b8a5fc51fb25

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